Karla Brunet e Mônica Paz apresentam o LabDebug no 12º FISL
Karla Brunet apresenta LabDebug na Espanha
Em junho último, Karla Brunet esteve na Espanha, no MediaLab Prado, onde apresentou a experência do LabDebug.
“Precisamos discutir o processo de inclusão e exclusão das mulheres no ambiente tecnológico”, diz Karla Brunet.
OpenLabs
OpenLabs do mês de Julho no Labdebug (Sala 08 – Facom)
Não precisa inscrição, é só aparecer!
Público: Aberto a todos e todas
Pré-requisitos: Geral, saber informática básica e acessar internet.
- Noções básicas de edição de vídeo com software livre Kdenlive
O Kdenlive é um editor de vídeo não-linear open-source (gratuito)
Dia 07 de julho (quinta) das 16:30 às 18:00
Professora: Juliana Estela
- Projeto aprender – Cartoon animado
Criação manual de cartoon animado, utilizando formas básicas.
Dia 14 de julho (quinta) das 16:30 às 18:00
Professor: Everton Viana
- Estilização de sites com CSS(Cascading Style Sheets)
CSS (Cascading Style Sheets) é uma linguagem de estilo utilizada para definir a apresentação de páginas web.
Dia 21 de julho (quinta) das 16:30 às 18:00
Professor: Madson Araújo
- Demonstração do GIMP
GIMP é um programa livre e gratuito, de código fonte aberto, para edição de imagens digitais.
Dia 28 de julho (quinta) das 16:30 às 18:00
Professora: Brisa Rosatti
Karla Brunet apresenta o Labdebug no Medialab – Prado
O Midialab-Prado, programa da Câmara Municipal de Madrid com foco na disseminação da Cultura Digital e sua interseção com Arte, Ciência, Tecnologia e Sociedade, acaba de lançar uma programação de atividades voltadas para esta temática.
De 6 a 13 de junho, cursos e apresentações de projetos serão realizados. O objetivo é a disseminação de pesquisas e produções na área da Cultura Digital, permitindo a democratização da informação e participação dos usuários.
No próximo dia 13, a artista e pesquisadora Karla Brunet apresenta o projeto Labdebug, espaço de produção digital com Software Livre para o público feminino no contexto do grupo de pesquisa Mulheres e Tecnologia: teorias e práticas da cultura digital, coordenado por ela e pela professora Graciela Natansohn. “Nesta palestra, pretendemos discutir o processo de inclusão / exclusão da mulher no ambiente tecnológico”, diz Karla.
Para mais informações, acesse http://medialab-prado.es
MediaLab Prado
Uma questão de gênero. Experiências de produção digital e mulheres no Brasil.
Karla Brunet apresenta o projeto Labdebug , um espaço de produção digital com software livre voltado para o público feminino. Atividade organizada dentro das sessões de trabalho do Gender & Tech. work group.

“In this talk we intend to discuss the process of inclusion/exclusion of women in technological environment, in addition we will present our theoretical and methodological references to digital productions illustrating with statements of the practices done by various groups from different areas of Brazilian society.” Karla Brunet
Fonte: http://medialab-prado.es/article/una_cuestion_de_genero
Karla Brunet apresenta o projeto Labdebug , um espaço de produção digital com software livre voltado para o público feminino. Atividade organizada dentro das sessões de trabalho do Gender & Tech. work group. [live streaming]
“In this talk we intend to discuss the process of inclusion/exclusion of women in technological environment, in addition we will present our theoretical and methodological references to digital productions illustrating with statements of the practices done by various groups from different areas of Brazilian society.” Karla Brunet
Dia mundial da liberdade de imprensa
¡Dominemos la tecnología! para defender nosso direito a comunicação.
¡Dominemos la tecnología! é uma campanha que visa contribuir para a eliminação da violência contra as mulheres. Cada proposta de ação diária explora um aspecto da violência contra as mulheres e a sua interligação com os direitos de comunicação. Toda ação tem uma visão estratégica e uma abordagem criativa para diferentes plataformas de mídia online e offline.
El 3 de mayo únete a ¡La comunicación es tu derecho! (Communication Is Your Right!) y ¡Dominemos la tecnología! en un día de acción global para defender nuestros derechos a acceder, usar, participar y compartir información y opiniones libremente, para convertirnos en nuestros propios medios de comunicación a través de las tecnologías de la información y la comunicación (TIC).
Las voces de las mujeres, su representación en los espacios mediáticos y las oportunidades de ganarse la vida creando medios de comunicación son continuamente dejadas de lado. Las mujeres y las niñas enfrentan barreras específicas a la hora de utilizar las TIC para la comunicación. Estas van desde la disparidad en el acceso a la tecnología y los cargos de decisión, hasta la violencia hacia las mujeres relacionada con la tecnología como el acoso cibernético, el monitoreo en línea y los robos de identidad que crean un entorno en línea hostil y violento para las mujeres y las niñas.
Te alentamos a difundir el evento a través de tus redesi, familia y amigas/os para se animen a participar en las siguientes acciones a desarrollarse el Día mundial de la libertad de prensa el próximo 3 de mayo.
Console-ing Passions Conference
Conferência Internacional sobre Televisão, Vídeo, Áudio, Novas Mídias e Feminismo.
Fundada em 1989 por um grupo de artistas e intelectuais feministas, Console-ing Passions proporciona um fórum para troca de conhecimentos acadêmicos sobre televisão, cultura e identidade, com ênfase em gênero e sexualidade.
Console-ing Passions conferences retain their original commitment to feminist discourse and encourage research on race and ethnicity, post-colonialism, queer studies, globalization, national identity, new media, and related topics. Television and digital media form the conference’s core focus, since film and print media are served by a variety of other organizations. Console-ing Passions’ focus on the relationships between media and gender/sexuality in particular has reflected both the historical development of media in separate spheres (public vs. domestic) and concerns among feminists to study the gender dynamics involved in the production and consumption of media.
The 2011 conference, co-hosted by Flinders University, the University of Adelaide and the University of South Australia, promises a wide range of papers with a growing concentration from scholars working with emerging issues from new media and digital games.
Updates
The full program is available – see Provisional program and keynote speakers.
Registrations are now open – see Registration.
O LabDebug no II Seminário de Pesquisa e Extensão do IHAC
O Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos – IHAC promoveu durante os dias 02, 03 e 04 de maio de 2011 seminários para apresentação de trabalhos realizados por professores e estudantes e que teve por objetivo traçar um panorama das pesquisas em andamento neste Instituto.
A Prof. Dr. Karla Brunet (coordenadora do LabDebug juntamente com a prof. Dr Graciela Natansohn) apresentou o Projeto: “Mulher e tecnologia: teorias e práticas da cultura digital” no dia 3 de maio às 19 horas, na sala 110 do IHAC/PAF 3 da UFBA. Os seminários foram divididos em ciclos e cada ciclo foi dividido em mesas temáticas. Dessa forma, o nosso projeto foi apresentado no ciclo IV, na mesa 12 – Ciência e tecnologia I.
A coordenadora contou com a participação do bolsista Josemar Barbosa que se apresentou ao público e registrou momentos da palestra.
Ciberespacio Y mujeres, una tierra en transe
Ciberespacio Y mujeres, una tierra en transe¹
Dra. Leonor Graciela Natansohn²
Dra. Karla Brunet Schuch³
Resumen
Este artículo argumenta sobre la necesidad de desarrollar un trabajo de investigación y de intervención específico sobre la relación de las mujeres con las tecnologías de la comunicación e información, discutiendo las peculiaridades del desarrollo tecnológico cuando se trata de la reproducción de las desigualdades de género, y los debates sobre la tecnología en el seno del feminismo, mostrando el potencial de una capacitación específica para mujeres, sus características y también sus problemas.
Palabras-clave: feminismo, cultura digital, mujeres.
Resumo
Este artigo argumenta sobre a necessidade de desenvolver um trabalho de pesquisa intervenção específico sobre a relação das mulheres con as tecnologias da comunicação e informação, discutindo as peculiaridades do desenvolvimento tecnológico quando se trata da reprodução das desigualdades de gênero, e os debates sobre a tecnologia no feminismo, mostrando o potencial de uma capacitación específica para mulheres, suas características e também seus problemas.
Palavras-chave: feminismo, cultura digital, mulheres.
Abstract
This article argues about the need to develop a research and specific intervention on women’s relationship with communication and information technologies; discuss the peculiarities of technological development when it deals with the reproduction of gender inequalities and Technological discussions within feminism, showing the potential of specific training for women, their characteristics and their problems.
Key-words: feminism, digital culture, women.
Publicado em Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, ano VI, n.11, p. 170-181, 2009.
²Periodista (UNLP, Argentina) y Doctora en Comunicación (Universidad Federal da Bahia/UFBA), profesora adjunta en la Facultad de Comunicación de la UFBA, profesora del Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas (UFBA). e-mail: graciela71@gmail.com, telefono 55 71 8623 0697. Dirección: Rua do Paço 68 Salvador, CEP 40.301-390.
³Doctora en Comunicación Audiovisual (Universitat Pompeu Fabra, España), es Profesora Adjunta de la Universidade Federal da Bahia, Brasil (UFBA), trabaja en el área de arte, fotografía y cibercultura en el Instituto de Humanidades, Artes e Ciências. Teléfono: 005571 3240-0720. E-mail: karla@karlabrunet.com Domicílio profesional: Rua Barão de Jeremoabo, s/n – Campus Universitário de Ondina Ondina 40170-115 – Salvador, Brasil.
Leia mais…Graciela_Y_Karla
Artigo publicado na Folha de São Paulo
No mundo da tecnologia, há uma brecha digital de gênero, raça e classe
Artigo publicado na Folha de São Paulo (16/03/2011)
GRACIELA NATANSOHN
KARLA BRUNET
ESPECIAL PARA A FOLHA
Recentemente, surgiram notícias de que as mulheres lideram no uso de redes sociais como Facebook, Twitter e Orkut. Um dado relevante, que mostra a familiaridade delas com o uso das redes sociais. Ao mesmo tempo, nos questionamos: onde estão as mulheres na liderança nesses serviços de internet?
Se pegarmos, por exemplo, os maiores êxitos da internet dos últimos anos -Google, Facebook e Twitter, por exemplo-, notamos que todos foram criados por homens. Ainda assim, elas representam a maioria dos usuários desses serviços.
Outra constatação similar surge quando comparamos a quantidade de mulheres e homens em cursos e congressos de computação, informática e software. A grande maioria de participantes apresentando trabalhos teóricos e práticos são homens. Onde estão as mulheres?
Nesse cenário, elas não partilham de igual a igual com eles no acesso à cultura digital. Mesmo um olhar leigo perceberá que a relação entre mulheres e internet não é muito diferente da entre mulheres e mídias tradicionais: a imagem delas é superexplorada para a pornografia e, na maioria das vezes, com viés preconceituoso.
Do outro lado, portais dirigidos à mulher repetem estereótipos sexistas tradicionais, que remetem a mulher ao lar, às compras, à beleza, à saúde e ao consumo.
Há uma brecha digital de gênero, raça e classe: ser mulher e ser negra é estar entre as mais pobres dentre as pobres. O acesso ao computador é afetado pela pouca inserção feminina em postos de decisão técnica, no desenvolvimento de tecnologias úteis para elas e na produção de conteúdo.
O Brasil tem grande quantidade de mulheres interessadas no tema, que trabalham e sabem muito de tecnologia, mas elas não estão nas mais altas instâncias de poder: na Anatel, no Comitê Gestor de Internet e no Ministério das Comunicações.
Há temas mais prioritários na agenda das mulheres, dizem uns: perante a violência, o assédio moral e sexual, os problemas de saúde e moradia, a tecnologia é menor.
Nada mais falso: a internet é uma excelente ferramenta para que elas possam se defender e se informar.
O desafio é fazer das mulheres sujeitos da comunicação em redes, e não meras usuárias. Devem ser agentes ativas nos processos de desenho, aplicação, recepção e avaliação de projetos em rede. E fazer da tecnologia, a sua aliada.
No bojo da luta pela democratização da comunicação, é preciso -e urgente- que as usuárias de internet percebam as tecnologias da informação e comunicação com um olhar estratégico, como ferramentas de criação, expressão, produção e fortalecimento individual e das organizações de mulheres.
GRACIELA NATANSOHN e KARLA BRUNET
estudam cibercultura e feminismo na Universidade Federal da Bahia





