Mariposas nos computadores!
Bug e debug são termos bastante usados na Informática, hoje. Quando um programa da “erro”, se diz que há um bug ( e o debug resolveria o problema). Contudo, foi lá em 1945, enquanto Grace Murray Hopper (1906-1992) trabalhava num software para o computador Mark I, que a máquina parou de funcionar. Procurando o problema achou uma mariposa (bug) no meio dos circuitos da máquina e, ao retirá-la (debugging), a máquina voltou a funcionar. Claro que a máquina não era nada parecido a o que conhecemos, senão um aparelho imenso com “três quartos de milhão de peças, oitocentos quilômetros de fios, várias rodas contadoras, mancais, garras de engate e relés”. (Plant, 1999:140).
Contam várias pesquisadoras (Maisel, 2000, Maisel e Smart, 1997, Gürer, 2002, Plant, 1999) que Hopper nasceu em Nova York no início do século XX e que se doutorou em Matemática em 1934. Trabalhou na Marinha norte-americana, no Bureau of Ordinance Computation Project na Universidade de Harvard, onde trabalhou na programação da série de computadores Mark I. Por seu pioneirismo e sucesso na programação de aplicações para os computadores Mark I, Mark II e Mark III, ela recebeu o prêmio Naval Ordinance Development Award.
Dizem, também, que a mariposa é esta, que foi colada no relatório da Hopper y que hoje é peça de museu. Mas isso mais parece lenda….


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