LabDebug

Mulher e tecnologia. Teorias e práticas na cultura digital

Tag: gênero

MediaLab Prado

Uma questão de gênero. Experiências de produção digital e mulheres no Brasil.

Karla Brunet apresenta o projeto Labdebug , um espaço de produção digital com software livre voltado para o público feminino. Atividade organizada dentro das sessões de trabalho do Gender & Tech. work group.

labdebug

“In this talk we intend to discuss the process of inclusion/exclusion of women in technological environment, in addition we will present our theoretical and methodological references to digital productions illustrating with statements of the practices done by various groups from different areas of Brazilian society.” Karla Brunet

Fonte: http://medialab-prado.es/article/una_cuestion_de_genero

Karla Brunet apresenta o projeto Labdebug , um espaço de produção digital com software livre voltado para o público feminino. Atividade organizada dentro das sessões de trabalho do Gender & Tech. work group. [live streaming]

“In this talk we intend to discuss the process of inclusion/exclusion of women in technological environment, in addition we will present our theoretical and methodological references to digital productions illustrating with statements of the practices done by various groups from different areas of Brazilian society.” Karla Brunet

II Seminário Enlaçando Sexualidades

De 04 a 06 de setembro de 2011, no Centro de Convenções da Bahia, o Núcleo de Estudos de Gênero e Sexualidades Diadorim/UNEB em conjunto com o Doutorado Multi-institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento e o Programa de Pós Graduação em Crítica Cultural (UNEB) realizam o II Seminário Enlaçando Sexualidades.

Neste ano, os eixos temáticos giram em torno das áreas de Direito, Relações Etnorraciais, Educação, Trabalho, Reprodução, Diversidade Sexual, Comunicação e Cultura.

O Enlaçando Sexualidades está com as inscrições abertas e busca reunir pesquisador@s, professor@s, estudantes universitári@s, integrantes dos movimentos sociais, que discutam sobre a(s) sexualidade(s) transversalizando-a com as diferentes áreas do saber.

Fonte: http://enlacandosexualidades.wordpress.com/

MediaLab – Prado

A Connected Room of One’s Own. Digital Production and Feminism through the Online Public-Private Sphere.

Reunião do Grupo de Gênero e Tecnologia, com a escritora e pesquisadora, Remedios Zafra que resultará em uma discussão a partir de sua apresentação sobre os espaços de produção digital e a subjetividade nas redes de internet.

Inscreva-se na lista do grupo.

Fonte: http://medialab-prado.es/article/un_cuarto_propio_conectado2

Género Y Comunicación

Agencia Servicio de Noticias de la Mujer de Latinoamérica y el Caribe - SEMlac

Un servicio trimestral para periodistas y comunicadores/as del Servicio de Noticias dela Mujer de Latinoamérica y el Caribe

-Perspectivas -  Mujeres y Hip Hop
. Alzar la voz, los puños y las esperanzas. Cubanas raperas en el camino a la equidad.

- Género y Comunicación – Televisión y Violencia
. ¿Tenemos la televisión que merecemos?

- Observatorios  – Impacto de NO a la Violencia
. Resultados del sondeo realizado por la corresponsalía cubana de SEMlac con el fin de evaluar.
los usos e impactos del boletín NO a la Violencia.

- Recursos
. Centro de documentación.

-Reportando – Desde SEMlac Cuba
. Violencia de género.

-Noticias en Red

Un proyecto de comunicación con el apoyo de Hivos, Oxfam y Cosude.
Servicio de Noticias de la Mujer de Latinoamérica y el Caribe (SEMlac).

Oficinas centrales:
Asociación SEMlac-Oficina SEMlac Perú: semlac@redsemlac.net
Coordinación-Oficina SEMlac Cubasemcuba@ceniai.inf.cu

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Pesquisas sobre Mulher e Tecnologia

O Observatório da Imprensa publicou quatro pesquisas sobre a atuação da mulher no mercado de trabalho,  no mundo da tecnologia e cibercultura.

Confira no site as matérias com o tema - Mulheres são minoria no setor de tecnologia:

  • Falta mulher de

    Amanda Demetrio.

  • Mulheres criam pouco para Wikipédia de

    Noam Cohen, do New York Times.

  • No mundo da tecnologia, há uma brecha digital de gênero, raça e classe de

    Graciela Natansohn e Karla Brunet.

  • Sexo feminino se destaca nas redes de Amanda Demetrio.

Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/index.asp






Artigo publicado na Folha de São Paulo

No mundo da tecnologia, há uma brecha digital de gênero, raça e classe

Artigo publicado na Folha de São Paulo (16/03/2011)

GRACIELA NATANSOHN
KARLA BRUNET
ESPECIAL PARA A FOLHA

Recentemente, surgiram notícias de que as mulheres lideram no uso de redes sociais como Facebook, Twitter e Orkut. Um dado relevante, que mostra a familiaridade delas com o uso das redes sociais. Ao mesmo tempo, nos questionamos: onde estão as mulheres na liderança nesses serviços de internet?
Se pegarmos, por exemplo, os maiores êxitos da internet dos últimos anos -Google, Facebook e Twitter, por exemplo-, notamos que todos foram criados por homens. Ainda assim, elas representam a maioria dos usuários desses serviços.
Outra constatação similar surge quando comparamos a quantidade de mulheres e homens em cursos e congressos de computação, informática e software. A grande maioria de participantes apresentando trabalhos teóricos e práticos são homens. Onde estão as mulheres?
Nesse cenário, elas não partilham de igual a igual com eles no acesso à cultura digital. Mesmo um olhar leigo perceberá que a relação entre mulheres e internet não é muito diferente da entre mulheres e mídias tradicionais: a imagem delas é superexplorada para a pornografia e, na maioria das vezes, com viés preconceituoso.
Do outro lado, portais dirigidos à mulher repetem estereótipos sexistas tradicionais, que remetem a mulher ao lar, às compras, à beleza, à saúde e ao consumo.
Há uma brecha digital de gênero, raça e classe: ser mulher e ser negra é estar entre as mais pobres dentre as pobres. O acesso ao computador é afetado pela pouca inserção feminina em postos de decisão técnica, no desenvolvimento de tecnologias úteis para elas e na produção de conteúdo.
O Brasil tem grande quantidade de mulheres interessadas no tema, que trabalham e sabem muito de tecnologia, mas elas não estão nas mais altas instâncias de poder: na Anatel, no Comitê Gestor de Internet e no Ministério das Comunicações.
Há temas mais prioritários na agenda das mulheres, dizem uns: perante a violência, o assédio moral e sexual, os problemas de saúde e moradia, a tecnologia é menor.
Nada mais falso: a internet é uma excelente ferramenta para que elas possam se defender e se informar.
O desafio é fazer das mulheres sujeitos da comunicação em redes, e não meras usuárias. Devem ser agentes ativas nos processos de desenho, aplicação, recepção e avaliação de projetos em rede. E fazer da tecnologia, a sua aliada.
No bojo da luta pela democratização da comunicação, é preciso -e urgente- que as usuárias de internet percebam as tecnologias da informação e comunicação com um olhar estratégico, como ferramentas de criação, expressão, produção e fortalecimento individual e das organizações de mulheres.

GRACIELA NATANSOHN e KARLA BRUNET
estudam cibercultura e feminismo na Universidade Federal da Bahia