Oficina de edição de áudio com Software Livre
O que: Oficina de edição de áudio com o Audacity.
Quando: 14, 15 e 16 de junho das 14 as 17 horas.
Onde: LabDebug, sala 08 da Facom/UFBA (Campus de Ondina, perto do PAF III).
Carga horária: 9 horas.
Vagas: 20. Serão preenchidas por ordem de chegada ao local de inscrição.
Inscrição: presencialmente na secretaria do IHAC/UFBA (PAF III) com Vítor Guerra, de 7 a 13 de junho, entre as 13h e 19h. (Necessário: nome, RG, email). Não se aceitam inscrições por e-mail.
Público: Alunas e Funcionárias da UFBA.
Pré-requisito: Noções básicas em informática; ter e-mail; navegação web.
Realização: Este curso é parte do projeto de pesquisa e extensão Mulher e Tecnologia. Teorias e Práticas na cultura digital, coordenado pelas professoras Karla Brunet (IHAC/PósCultura) e Graciela Natansohn (Facom/PósCom), com apoio da Fapesb e CNPQ.
Instrutor: Toni Oliveira (lattes).
E-LIX♺ DOANDO E AJUDANDO
O projeto para arrecadação de li
xo tecnológico computacional é uma parceria da UFBA, Programa Onda Digital e a Empresa Júnior de Informática – InfoJr.
O que posso doar?
Computadores, impressoras, mouses, teclados e periféricos de informática.
Como doar?
Levando os equipamentos na sala da InfoJr no Instituto de Matemática da UFBA, localizado no Campus de Ondina, Av. Admar de Barros, S/N . Ondina – CEP: 40170-110.
Horário de coleta: 9:00 às 12:00 e 13:00 às 17:00.
Como será utilizado minha doação?
Em capacitações de metareciclagem, oficinas de robótica livre e artesanato com lixo tecnológico em ações de extensão, ou seja, atividade da Universidade em comunidades de baixa renda.
Dúvidas?
- (71) 3283-6293/6765/6268
- (71) 9162-4039
- (71) 8171-7327
Fonte: http://infojr.dcc.ufba.br/view/view_noticia.php?id=48
Oficina de edição de vídeo com software livre
O que: Oficina de edição de vídeo com KdenLive.
Quando: 4, 11 e 18 de junho.
Onde: LabDebug, sala 08 da Facom/UFBA (Campus de Ondina, perto do PAF III).
Carga horária: 10 horas e 30 minutos (3 encontros, entre as 14 e 17:30h).
Vagas: 17. Serão preenchidas por ordem de chegada ao local de inscrição.
Inscrição: presencialmente na secretaria do IHAC/UFBA (PAF III) com Rafael, de 27 de maio a 4 de junho, entre as 13h e 19h. (Necessário: nome, RG, email). Não se aceitam inscrições por e-mail.
Público: Alunas e Funcionárias da UFBA.
Pré-requisito: Noções básicas em informática; ter e-mail; navegação web.
Realização: Este curso é parte do projeto de pesquisa e extensão Mulher e Tecnologia. Teorias e Práticas na cultura digital, coordenado pelas professoras Karla Brunet (IHAC/PósCultura) e Graciela Natansohn (Facom/PósCom), com apoio da Fapesb e CNPQ.
Instrutora: Silvana Rezende – Vídeo artista, atua principalmente nos seguintes temas: animação gráfica, videoclown, arte urbana e música urbana. (lattes)
Oficina de edição de imagem com software livre
O que: Oficina de edição de imagem com o GIMP.
Quando: 4, 11 e 18 de junho.
Onde: LabDebug, sala 08 da Facom/UFBA (Campus de Ondina, perto do PAF III).
Carga horária: 9 horas (3 encontros, entre as 9 e 12h).
Vagas: 17. Serão preenchidas por ordem de chegada ao local de inscrição.
Inscrição: presencialmente na secretaria do IHAC/UFBA (PAF III) com Rafael, de 27 de maio a 4 de junho, entre as 13h e 19h. (Necessário: nome, RG, email). Não se aceitam inscrições por e-mail.
Público: Alunas e Funcionárias da UFBA.
Pré-requisito: Noções básicas em informática; ter e-mail; navegação web.
Realização: Este curso é parte do projeto de pesquisa e extensão Mulher e Tecnologia. Teorias e Práticas na cultura digital, coordenado pelas professoras Karla Brunet (IHAC/PósCultura) e Graciela Natansohn (Facom/PósCom), com apoio da Fapesb e CNPQ.
Instrutor: Valéssio Brito – Profissional de inovação, hacker e artista digital. Trabalhou em diversos projetos relacionados a tecnologias livres, arte e educação. Estuda publicidade na Unifacs.(lattes)
Oficina de edição de vídeo com o Cinelerra
A oficina de edição de vídeo aconteceu nos dias 30 de abril, 7, 14 e 21 de maio das 9 as 12 horas e contou com a participação de oito alunas no 1º dia de oficina.
Os assuntos abordados nesta oficina foram: manuseio das tecnologias de produção, edição e difusão de material audiovisual, baseadas em softwares livres e na Web, compreensão do funcionamento do software livre Cinelerra, viabilização da expressão cultural das envolvidas, mediante a linguagem audiovisual.
A instrutora da oficina foi Luciana Tognon (lattes) e os monitores participantes foram Madson Araújo e Juliana Estela.
Mais fotos acesse nosso flickr.
Oficina de cultura digital para trabalhadoras do SinDomésticas
A Oficina de iniciação ao mundo digital aconteceu nos dias 7, 14, 21 de maio das 14 as 17 horas e contou com a participação de 12 alunas no 1º dia de oficina.
Os conteúdos principais da oficina foram – O computador, seus componentes e noções básicas de manejo, noções básicas de Software , introdução à edição de textos, criação de e-mail, navegação e pesquisa na internet.
A instrutora da oficina foi Silvana Rezende (lattes) e os monitores participantes foram Juliana Estela e Josemar Araújo.
Mais fotos acesse nosso flickr.
MediaLab Prado
Uma questão de gênero. Experiências de produção digital e mulheres no Brasil.
Karla Brunet apresenta o projeto Labdebug , um espaço de produção digital com software livre voltado para o público feminino. Atividade organizada dentro das sessões de trabalho do Gender & Tech. work group.

“In this talk we intend to discuss the process of inclusion/exclusion of women in technological environment, in addition we will present our theoretical and methodological references to digital productions illustrating with statements of the practices done by various groups from different areas of Brazilian society.” Karla Brunet
Fonte: http://medialab-prado.es/article/una_cuestion_de_genero
Karla Brunet apresenta o projeto Labdebug , um espaço de produção digital com software livre voltado para o público feminino. Atividade organizada dentro das sessões de trabalho do Gender & Tech. work group. [live streaming]
“In this talk we intend to discuss the process of inclusion/exclusion of women in technological environment, in addition we will present our theoretical and methodological references to digital productions illustrating with statements of the practices done by various groups from different areas of Brazilian society.” Karla Brunet
Debian Women Project
O Projeto Debian é uma associação de indivíduos que têm como causa comum criar um sistema operacional livre. O sistema operacional é
chamado Debian GNU/Linux, ou simplesmente Debian.
O projeto Debian Women foi fundado em Maio de 2004. O Debian Women visa equilibrar e diversificar o Projeto Debian para envolver ativamente as mulheres interessadas e incentivá-las a se envolverem mais com o Debian. Também visa promover a participação das mulheres através do aumento da visibilidade das mulheres ativas e criar oportunidades para colaboração com membros novos e atuais do Projeto Debian.
Our activities include the following:
- Running a mailing list for discussion of related issues.
- Running an IRC channel for discussion of related issues, technical questions and to allow women who are interested in contributing to Debian to meet each other and some of Debian’s current contributors. See the contact page for more information on our IRC channel.
- Organising BOF discussions at Linux conferences, to promote discussion of issues facing women and their involvement in Debian and Linux.
- Giving talks at conferences, universities, LUGs and schools.
- Actively encouraging and educating the Debian community to increase understanding of the specific issues facing women who wish to contribute more to Debian.
Fontes: http://women.debian.org/home / http://www.debian.org/
Sobre o Feminino Livre
A primeira atividade, enquanto grupo de trabalho organizado, surgiu na edição do fisl 11 (2010). Naquele momento, as pioneiras na formação
do grupo, a maioria envolvida diretamente com a organização do fisl, percebia que faltava ainda um olhar diferenciado, feminino.
Notava-se, também, a carência de mulheres no universo do software livre. Carência que é resultado de um cenário mais abrangente: a pouca participação de mulheres nas carreiras relacionadas à tecnologia da informação.
Antes do Feminino Livre, outros grupos já haviam se formado, mas não se encontravam ativos. Sob a tutela da Associação Software Livre, instituição responsável pela organização do fisl, surgia uma grande e nova oportunidade: articular e reunir mulheres em torno de um aspecto em comum, tendo em vista que somos minoria.
Objetivos:
- Promover discussões sobre assuntos que motivam a participação feminina na Tecnologia da Informação.
- Divulgar a contribuição feminina para o uso do Software Livre nos mais diversos setores.
- Difundir a utilização do software livre através de ações da comunidade.
Missão
- Contribuir e motivar o desenvolvimento intelectual de estudantes e profissionais da área de TI e afins. Despertando o sentido de comunidade para compartilhamento de experiências e informações.
Presença feminina promete ser marcante no fisl12
Entre os Grupos de Usuários que já confirmaram presença no fisl12, estão dois grupos formados essencialmente por mulheres. Tanto o
Feminino Live como o Garotas CPBR, abordam a participação das mulheres no mercado de TI e tentam difundir as atividades ligadas à tecnologia entre o público feminino.
Criado em 2010, o garotas CPBR já conta com 130 membros, dos quais, dez meninas devem participar do fisl. “Além de trocar experiências com outros grupos queremos realizar um evento comunitário sobre a participação feminina nessa área que ainda é bastante dominada pelos homens”, afirma a coordenadora do grupo, Elaine Cecília Gatto. As Garotas CPBR possuem um blog onde discutem as dificuldades e avanços das mulheres nessa área, como também difundem conhecimento sobre tecnologia.
Já o Feminio Livre surgiu dentro do próprio fisl em 2010, idealizado por mulheres que atuam na organização do Fórum e sentiam a necessidade de um olhar mais feminino sob alguns aspectos. “Também percebemos que podíamos atrair mais mulheres para a tecnologia e para dentro do fisl, nos preocupando com aspectos diferentes que complementam”, afirma uma das coordenadoras do Feminino Livre, Paloma Costa. Segundo ela, pesquisas apontam que o setor de TI conta com apenas 12,56% de mulheres. “É um mercado em expansão com uma demanda exponencial a cada ano de profissionais, e que não faltam apenas mulheres mas sim gente qualificada, fato importante para mais mulheres buscarem também essas áreas”, afirma. A ideia virou um Grupo de Trabalho do fisl, que desde o ano passado propõe palestrantes femininas entre outras atividades. O Feminino Livre também mantém um site colaborativo e se reúne frequentemente para discutir ações e a participação em eventos de TI.
As inscrições para Grupos de Usuários vão até o dia 20 de junho. Durante o evento cada grupo terá um espaço com mesa e cadeira para expor materiais, apresentar o trabalho e compartilhar experiências. Para ver a lista de Grupos de Usuários já confirmados acesse.
Para inscrever o seu Grupo de Usuários acesse.
Para saber mais:
Garotas CPBR
Feminino Livre
Fonte: http://softwarelivre.org/fisl12/fisl12/noticias/presenca-feminina-promete-ser-marcante-no-fisl12








